A balança comercial maranhense registrou superávit de US$ 3 milhões no 1º semestre de 2023. As exportações maranhenses totalizaram US$ 2,7 bilhões de janeiro a junho de 2023, estabelecendo o estado como o segundo maior exportador da região Nordeste.
Os dados são do Boletim do Comércio Exterior Maranhense, do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc).
De acordo com o Imesc, a alumina é o produto maranhense com a maior participação nas exportações do país, representando cerca de 36,3% em valor e 35,7% em quantidade. Entre os sete estados que exportaram alumina no primeiro semestre de 2023, o Maranhão ficou em segundo lugar em termos de valor. Em relação à exportação de alumínio, o estado ocupou a terceira posição.
Entre os municípios, Balsas foi responsável pelo maior valor exportado (US$ 915,1 milhões), sendo a soja o principal produto vendido para o exterior, seguido por São Luís (US$ 735,9 milhões), que teve a alumina como o principal produto exportado.
A China foi o principal destino das exportações maranhenses, com participação de 36,5% no valor total exportado, seguida pelo Canadá (16,8%), pelos Estados Unidos (9,2%), pela Espanha (5,6%) e pela Coreia do Sul (3,4%).
Importações
No primeiro semestre, as importações maranhenses somaram US$ 2,4 bilhões. São Luís destacou-se por concentrar 95,2% do total importado pelo estado. Os principais produtos comprados do exterior foram combustíveis (US$ 1,5 bilhão) e fertilizantes (US$ 453,2 milhões).
Os Estados Unidos representaram 32,9% do valor total importado pelo Maranhão no acumulado até junho, seguido pela Holanda (11,0%), Rússia (10,5%), Emirados Árabes Unidos (9,8%) e Bélgica (3,9%).





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