• “O Brasil precisa saber o que tem lá”, declara Haddad

    “O Brasil precisa saber o que tem lá”, declara Haddad

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu o avanço de pesquisas sobre exploração de petróleo na Margem Equatorial.

    “Eu sou a favor da pesquisa, acho que nós temos que fazer. O Brasil precisa saber o que tem lá, até porque ele não está sozinho nisso. Aquela margem toda é muito extensa e transcende o território nacional”, afirmou em entrevista à GloboNews exibida neste sábado (17/5).

    De acordo com reportagem da Agencia Infra, a Petrobras enviou, na segunda-feira (12/5) uma carta ao presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, cobrando que o instituto marque, até a próxima quinta-feira (15/5), uma data para a realização da “avaliação pré-operacional ” no bloco FZA-M-59, na Foz do Amazonas, uma das bacias da Margem Equatorial. A avaliação servirá de teste para o plano de emergência da estatal e é uma das etapas para o licenciamento ambiental.

  • Inpasa anuncia novos investimentos no Maranhão

    Inpasa anuncia novos investimentos no Maranhão

    A Inpasa confirmou, nesta quinta-feira (15/5), o início da segunda fase de expansão da unidade de Balsas, no Maranhão, com previsão de conclusão no final do segundo semestre de 2025. Segundo a companhia, a decisão de ampliar a planta e dobrar sua capacidade de produção foi tomada com o objetivo de fortalecer a competitividade de seus principais produtos, etanol, DDGS e óleo vegetal, no mercado nacional e internacional.

    Com a ampliação, serão investidos cerca de R$ 2,3 bilhões na unidade.

    Atualmente, a planta de Balsas possui capacidade produtiva anual de 450 milhões de litros de etanol, 240 mil toneladas de DDGS e 23 mil toneladas de óleo vegetal, processando cerca de 1 milhão de toneladas de grãos por ano (milho e sorgo).

    O investimento foi anunciado durante visita do governador do Estado, Carlos Brandão, à unidade em Balsas. Durante visita, Brandão destacou o apoio ao projeto de expansão, reforçando a importância estratégica da unidade para o desenvolvimento regional e para a consolidação do estado como polo produtor de biocombustíveis.

    A operação da Inpasa contribui significativamente para o fortalecimento da economia regional. Durante a construção da unidade, foram gerados cerca de 3 mil postos de trabalho, entre diretos e indiretos. Para a operação, já foram contratados mais de 500 profissionais, com foco na valorização da mão de obra local.

    Em março, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autorizou o início da operação da usina.

    A unidade no Maranhão é a quinta instalação da Inpasa no Brasil. Também há plantas de etanol da companhia paraguaia em Nova Mutum (MT), Dourados (MS) e Sidrolândia (MS).

  • Petrobras cobra data ao Ibama

    Petrobras cobra data ao Ibama

    De acordo com reportagem da Agencia Infra, a Petrobras enviou, na segunda-feira (12/5) uma carta ao presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, cobrando que o instituto marque, até a próxima quinta-feira (15/5), uma data para a realização da “avaliação pré-operacional ” no bloco FZA-M-59, na Foz do Amazonas, uma das bacias da Margem Equatorial. A avaliação servirá de teste para o plano de emergência da estatal e é uma das etapas para o licenciamento ambiental.

    Na carta, o gerente-executivo de Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Petrobras, Flaubert Matos Machado, cobra que o Ibama se manifeste para que a estatal inicie os preparativos para carregamento e deslocamento da sonda de perfuração.

    O executivo também informa que a Petrobras fez um “simulado operacional interno ” nos dias 6 e 8 de maio. “Gostaríamos de destacar que o resultado do exercício comprovou que os planos supracitados são exequíveis e atenderam os tempos de resposta do Manual de Boas Práticas de Atendimento à Fauna do Ibama “, disse.

    A estatal tem pressa porque o contrato da sonda licenciada para realizar a atividade vence em outubro. Caso o Ibama demore para permitir a realização da avaliação, a Petrobras precisaria encontrar uma nova sonda e licenciá-la, o que atrasaria ainda mais a perfuração. A direção da estatal disse aguardar uma resposta “nos próximos dias”.

    Segundo a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia dos Anjos, caso a sonda esteja em operação quando o contrato vencer, ela permanecerá em atividade até a conclusão da perfuração.

    “Sobre a Margem Equatorial, já atendemos todos os requisitos do Ibama, já foi entregue tudo do último centro de despetrolização, e agora estamos aguardando o Ibama, há 40 dias já, para verificar se está tudo certo “, disse em conferência com analistas nesta terça-feira (13/5).

    O primeiro poço na bacia da Foz do Amazonas está previsto para este ano. A Petrobras planeja ainda outros 15 poços nos próximos cinco anos em outras bacias da Margem Equatorial, que se estende do Amapá ao Rio Grande do Norte. Ao todo, a estatal pretende investir US$ 3 bilhões na região.

    A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que é “muito difícil imaginar” que o Ibama não conceda a licença para a estatal operar um navio-sonda na Margem Equatorial.

    “A última exigência foi atendida no fim de março. Foi esse novo centro de despetrolização da fauna no Oiapoque [AP] e já fizemos o exercício pré-operacional dessa base “, disse a presidente da companhia, Magda Chambriard.

  • Em carta a Lula, amazônidas defendem exploração de petróleo no Amapá

    Em carta a Lula, amazônidas defendem exploração de petróleo no Amapá

    Em uma carta endereçada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cientistas, pesquisadores e cidadãos amazônidas expressaram apoio à continuidade das pesquisas para a exploração de petróleo na costa do Amapá.

    O documento, que será entregue ao senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso, enfatiza a importância de considerar os interesses e a participação ativa das populações locais nas decisões sobre o futuro da região.

    “O debate sobre o futuro da região amazônica precisa respeitar o protagonismo dos povos que aqui vivem e trabalham. Não é admissível que decisões fundamentais sobre nosso território sejam pautadas e conduzidas majoritariamente por vozes externas, muitas delas alheias à realidade social, econômica e histórica do Amapá e da Amazônia. A construção de um futuro sustentável passa, antes de tudo, pelo diálogo respeitoso com a população local e pela consideração das suas legítimas aspirações de progresso, bem-estar e dignidade”, diz a carta

    Os signatários criticam propostas de criação de fundos compensatórios para “ressarcir o Amapá” pela não exploração de seu potencial energético.

    “Essa proposta, além de desrespeitosa, revela uma tentativa inadmissível de tutelar as escolhas do povo amapaense. Não aceitaremos ser tratados como território a ser “indenizado” pela abdicação forçada de oportunidades de desenvolvimento que podem — e devem — ser conduzidas com responsabilidade socioambiental.”

    Entre os apoiadores da carta estão o vice-governador do Amapá, Teles Júnior; a reitora da Universidade do Estado do Amapá (UEAP), Kátia Paulino; o reitor do Instituto Federal do Amapá (IFAP), Romaro Antônio Silva; o chefe-geral da Embrapa Amapá, Antonio Cláudio Carvalho; a vice-reitora da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), Ana Cristina Maués Soares; a vice-diretora do Centro de Educação Profissional do Amapá (CEAP), Maria Ângela Nogueira; e o presidente da GASMAR, Allan Kardec Duailibe, além de representantes de entidades de pescadores e pescadoras de todo o estado.

    Leia aqui a íntegra da carta:

    https://docs.google.com/document/d/1fbi7FcCga2u1-sH8NtT-ecU01KYSRsTl/edit?usp=sharing&ouid=11538644809956918330

  • “Queremos pesquisar e explorar petróleo na costa do estado”

    “Queremos pesquisar e explorar petróleo na costa do estado”

    “Queremos pesquisar e explorar petróleo na costa do estado”. Afirmou, nesta quarta-feira (7/5), o governador do Amapá, Clécio Luís, em entrevista à imprensa internacional.

    “A decisão política do Governo, aliada à força e experiência da Petrobras, nos dá a segurança para evitar acidentes nas fases de pesquisa e exploração na Margem Equatorial”, reforçou, destacando a parceria estratégica com a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, e a importância dos exercícios de simulação a segurança.

    Em entrevista ao vivo no programa CNN Money News, Clécio Luís fez um balanço positivo da participação do estado do Amapá na Offshore Technology Conference (OTC) 2025, maior conferência mundial da indústria de petróleo e gás em águas profundas, que acontece em Houston, nos Estados Unidos, reunindo líderes mundiais, especialistas e empresas globais.

    De acordo com Clécio Luís, o governo do estado do Amapá está elaborando um plano de governança para os recursos provenientes da exploração de petróleo, com base em experiências bem-sucedidas e nos erros de outros modelos. A proposta inclui a criação de um fundo soberano, com recursos revertidos para a preservação da floresta, proteção dos povos da floresta e investimentos em infraestrutura, com definição clara do destino percentual de cada recurso.

    “Não se trata apenas da atividade econômica imediata, mas de garantir desenvolvimento sustentável para as próximas gerações. Fizemos todos os deveres de casa, que ninguém fez. Protegemos, não desmatamos, e por isso temos o direito de nos desenvolver. A realidade no Amapá é muito dura e estamos aguardando o licenciamento do Ibama. Tudo que foi solicitado para o licenciamento já foi cumprido”, destacou.

    Durante a abertura da OTC, na terça-feira (6/5), Clécio Luís, reforçou a importância da pesquisa e exploração na Margem Equatorial Brasileira para o desenvolvimento do estado, considerado o mais protegido e preservado do Brasil.

    “Acreditamos que é possível, sim, conjugar a preservação ambiental com o desenvolvimento. Podemos manter nossos indicadores ambientais, preservar o que o Amapá tem de mais valioso e, ao mesmo tempo, desenvolver uma atividade econômica que gere empregos, atraia investimentos e fortaleça toda essa cadeia produtiva representada neste evento. Mais que isso: acreditamos que o próprio setor de óleo e gás pode financiar a preservação do Amapá e da Amazônia brasileira”, afirmou.

    A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, também defendeu a pesquisa e exploração de petróleo na região. Ela disse que a possibilidade de extrair petróleo na região representa uma grande oportunidade para o estado e para o país.

    “Celebro a presença do governador Clécio Luís, ele representa a oportunidade que temos na Margem Equatorial e no estado do Amapá, pois realmente acreditamos que teremos boas surpresas no momento em que obtivermos a licença. As perfurações serão feitas de forma segura e não oferecem riscos à população amapaense”, reforçou a executiva.

    Veja aqui a íntegra da entrevista do governador do Amapá, Clécio Luís:

  • Grupo Mateus fecha 1º tri com R$ 318,6 milhões

    Grupo Mateus fecha 1º tri com R$ 318,6 milhões

    O Grupo Mateus fechou o primeiro trimestre do ano com lucro líquido de R$ 318,6 milhões, alta de 32,5% ante o registrado no mesmo intervalo do ano passado. Nos três primeiros meses de 2025, a varejista somou R$ 8,3 bilhões em receita líquida, 12,9% superior ao faturado no mesmo trimestre de 2024.

    Os resultados foram divulgados nesta terça-feira (6/5).

    No primeiro trimestre de 2025, o Grupo Mateus abriu quatro lojas, sendo duas de atacarejo (em Pernambuco e Bahia) e duas de varejo, no Maranhão.

    O Grupo Mateus encerrou o trimestre com 92 lojas de atacarejo (10 unidades a mais que o total do mesmo período do ano passado) e 80 unidades de varejo (7 unidades acima do registrado nos três primeiros meses de 2024).

  • Petrobras pede para Ibama liberar deslocamento de sonda

    Petrobras pede para Ibama liberar deslocamento de sonda

    A Petrobras pediu, nesta quarta-feira (30/4), para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) liberar até o dia 15 de maio o deslocamento da sonda ODN II (NS-42) para operação no bloco FZA-M-59, na bacia da Foz do Amazonas.

    O navio está, desde 19 de abril, na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, para realização de desincrustação de coral-sol. O procedimento é típico de operações offshore e está previsto na mobilização de equipamentos do Sudeste para áreas não afetadas, como o Norte e o Nordeste.

    A embarcação já havia sido enviada à Margem Equatorial no início de 2023, na expectativa de que fosse autorizada a perfuração do poço. Em junho do mesmo ano, a Petrobras realocou o navio para operar no campo de Jubarte, na Bacia do Espírito Santo.

    O processo faz parte do pedido de licença para iniciar a perfuração exploratória em águas profundas na bacia da Foz do Amazonas, em análise no Ibama depois de uma primeira negativa.

    Aprovação do plano de proteção

    A petroleira pediu, novamente, a realização de vistoria do instituto na Unidade de Estabilização de Fauna do Oiapoque (UED-OIA), no Amapá, que já teve licença de operação emitida em 4 de abril pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Amapá (Sema/AP).

    A obtenção da licença ambiental para perfuração do bloco depende da aprovação do Plano de Proteção à Fauna (PPAF).

    A construção da UED foi uma das exigências do órgão incluídas no plano, após a reprovação do pedido da estatal.

    Entre as exigências incluídas estão a capacitação das equipes para atuar no Centro de Reabilitação de Fauna; a habilitação da instalação como centro de manejo de fauna silvestre; e a conclusão das adequações do espaço físico do Centro de Reabilitação e Despetrolização (CRD) de Belém (PA).

    No começo deste mês, o Ibama disse que recebeu a comunicação formal da Petrobras sobre a conclusão das obras do Centro de Reabilitação e Despetrolização de Fauna de Oiapoque e que a solicitação seguiria para avaliação dentro dos trâmites previstos no processo de licenciamento ambiental.

    Mas a data da vistoria técnica na base ainda não foi definida.

    Segundo estimativa da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o volume de óleo in place na bacia da Foz do Amazonas é de 23,1 bilhões de barris de petróleo, dos quais 10 bilhões de barris são recuperáveis. A EPE estima, de forma conservadora, que o pico de produção de 303 mil barris/dia será atingido após 14 anos do início da produção.

    A região é a principal aposta da Petrobras para substituir reservas em meio ao declínio esperado para a produção no pré-sal na próxima década.

    Fonte: Agência Eixos

  • ANTAQ e Petrobras discutem estruturação de grupo de trabalho para tratar das demandas relacionadas à Margem Equatorial

    ANTAQ e Petrobras discutem estruturação de grupo de trabalho para tratar das demandas relacionadas à Margem Equatorial

    Executivos da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) e da Petrobras se reuniram, nesta quinta-feira (17/4), para discutir o Inventário Setorial de Emissões de Carbono elaborado pela agência e estruturação de um grupo de trabalho para tratar especificamente das demandas relacionadas à Margem Equatorial.

    Participam do encontro Caio Farias e Flávia Takafashi, diretores da ANTAQ, e a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

    O grupo será responsável por coordenar os trabalhos relacionados ao acompanhamento das solicitações de outorga de autorização para a prestação de serviços nas navegações de apoio marítimo, apoio portuário, cabotagem, longo curso, afretamento de embarcações, além da exploração da infraestrutura aquaviária vinculada à nova fronteira energética.

  • Ministro da Integração e Desenvolvimento Regional se reúne com representantes do Governo do Estado do Amapá e do Sistema S

    Ministro da Integração e Desenvolvimento Regional se reúne com representantes do Governo do Estado do Amapá e do Sistema S

    Com o objetivo de alinhar estratégias e identificar demandas relacionadas à exploração de petróleo na Margem Equatorial, o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, se reuniu com representantes do Governo do Estado do Amapá e do Sistema S. O encontro tratou da qualificação de mão de obra e da preparação de fornecedores de produtos e serviços que poderão ser requisitados com o avanço da atividade na região.

    “Nosso propósito é definir um trabalho muito intenso para aproveitar todas as oportunidades, ainda nesse momento de preparação, depois na prospecção e, futuramente, na exploração, para repercutir isso no desenvolvimento humano das gerações do Estado do Amapá”, explicou Waldez Góes. Considerada uma prioridade estratégica para o Brasil, a região que se estende do Amapá ao Rio Grande do Norte, desempenhará um papel central no desenvolvimento econômico dos estados envolvidos.

    Apontada como o “novo pré-sal” do Brasil, a Margem Equatorial tem capacidade estimada de produção de até 1,1 milhão de barris de petróleo por dia. Diante disso, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) incluiu a exploração da Margem Equatorial como prioridade para 2025.

    “A gente está discutindo com o Governo Federal as etapas do processo de preparação do Estado do Amapá, da sua infraestrutura, bem como dos empresários e da mão de obra local para a gente poder potencializar os efeitos da cadeia produtiva do petróleo e gás na nossa economia e, consequentemente, na sociedade”, comentou Antônio Teles Júnior, vice-governador do estado do Amapá.

    Aumento do PIB
    O Amapá é um dos estados que mais se beneficiará com a exploração. Um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta um aumento de 61,2% no PIB estadual e a geração de 54 mil empregos. Além disso, a exploração de petróleo trará royalties e investimentos em infraestrutura, educação e saúde. As cidades amapaenses de Oiapoque, Calçoene, Amapá, Macapá, Itaubal e Santana serão diretamente beneficiadas com o crescimento do comércio e a melhoria da infraestrutura.

  • Presidente da Petrobras reforça compromisso com Margem Equatorial

    Presidente da Petrobras reforça compromisso com Margem Equatorial

    A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, reforçou, nesta quarta-feira (16/4), o compromisso da estatal com a exploração de petróleo na Margem Equatorial, enquanto aguarda o aval final do Ibama para iniciar a perfuração do primeiro poço na região. As declarações foram feitas durante evento na Coppe/UFRJ, centro que reúne os Programas de
    Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da UFRJ, no Rio de Janeiro.

    “Sou otimista. Entregamos tudo que o Ibama desenhou como necessário. O órgão ambiental do Amapá já licenciou. E agora precisamos da fiscalização do Ibama “, afirmou.

    A Petrobras ainda aguarda a liberação do Ibama para perfurar o primeiro poço em águas ultraprofundas na Foz do Amazonas. Recentemente, a estatal inaugurou o centro de recuperação de fauna em Oiapoque, a última exigência do Ibama para obter a licença na região.

    Na segunda-feira, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) informou que quatro setores na Bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial, entre o litoral do Amapá e o Rio Grande do Norte, foram incluídos no 5º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão (OPC), após receberem interesse de petroleiras.

    “Sempre temos interesse e sempre olhamos áreas no Brasil onde quer que elas estejam. Ainda não vou dizer em quais áreas demonstramos interesse (para o leilão), mas temos interesse em todas as áreas do Brasil”, afirmou.