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ANP inclui Margem Equatorial em leilão de petróleo

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) incluiu cinco setores marítimos localizados na Margem Equatorial no leilão que será realizado no dia 17 de junho, quatro na
Bacia da Foz do Amazonas e um na Bacia Potiguar, na outra extremidade da Margem.A lista de setores que estarão em oferta no 5º Ciclo da OPC (Oferta Permanente de Concessão) foi divulgada nesta segunda-feira (14/4). Ao todo, serão ofertados no leilão 16 setores, em cinco bacias sedimentares – quatro marítimas e uma terrestre (ver lista abaixo).
Para a ANP, a inclusão dos setores demonstra o “interesse da indústria na continuidade do investimento exploratórias nessas bacias”.
Segundo a agência, a inclusão dos setores foi aprovada na 76ª reunião da Comissão Especial de Licitação, realizada na última sexta-feira feira (11/4).
Ao todo, 31 empresas estão habilitadas para o leilão, dentre elas Petrobras, TotalEnergies, Shell, Equinor, BP Energy, Chevron, Exxonmobil e CNOOC, as duas últimas em operação na Guiana.
Setores ofertados no leilão:
Foz do Amazonas – 4 setores marítimos (SFZA-AP1, SFZA-AP2, SFZA-AP3 e SFZA-AP4)
Bacia Potiguar – 1 setor marítimo (SPOT-AP1)
Bacia de Pelotas – 4 setores marítimos (SP-AP2, SP-AP3, SP-AUP3 e SP-AUP7)
Bacia de Santos – 5 setores marítimos (SS-AP1, SS-AP4, SS-AR3, SS-AUP4 e SS-AUP5)
Bacia dos Parecis – 2 setores terrestres (SPRC-L e SPRC-O)
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Petrobras conclui unidade exigida para licença da Margem Equatorial

A Petrobras recebeu, nesta sexta-feira (4/4), licença da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Amapá para operação da Unidade de Atendimento e Reabilitação de fauna localizada no município amapaense de Oiapoque.
A instalação funciona como uma espécie de hospital para fauna e conta com ambulatório, salas de estabilização, atendimento, centro cirúrgico e outros espaços dedicados a atender aves, mamíferos marinhos, tartarugas, golfinhos e peixes-boi.
A construção da unidade de fauna no Oiapoque é parte do processo de licenciamento ambiental do projeto de perfuração que a Petrobras pretende iniciar no bloco FZA-M-59, localizado em águas profundas do Amapá, distante mais de 540 km da foz do rio Amazonas, na Margem Equatorial brasileira.
A unidade do Amapá funcionará em sinergia com o Centro de Despetrolização e Reabilitação da fauna já instalado em Belém, no Pará.
Para início da operação no Oiapoque ainda é necessária a realização de inspeção pelo Ibama. A Petrobras informou ao órgão regulador que a instalação está disponível para vistoria a partir da próxima segunda-feira, 07/04.

Unidade de Atendimento e Reabilitação de fauna da Petrobras 

Em novembro do ano passado, durante apresentação do Plano Estratégico 2050 e do Plano de Negócios 2025-2029 da Petrobras, a diretora executiva de Assuntos Corporativos da Petrobras, Clarice Coppetti, detalhou o projeto:
“Não é só uma base física, ela está articulada com todo uma estrutura de serviços, e um conjunto de aeronaves, embarcações e de profissionais da área ambiental, médicos veterinários, biólogos”, detalhou.
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ONU aprova pedido brasileiro de ampliação da Margem Equatorial

A Comissão de Limites da Plataforma Continental (CLPC), comissão da Organização das Nações Unidas (ONU) que estabelece limites da plataforma continental aprovou o pedido brasileiro de ampliação da Margem Equatorial. O Brasil passa a exercer direitos de soberania e de exploração de recursos naturais sobre uma área marítima de 360 mil km², além das 200 milhas náuticas de costa reconhecidas pelas autoridades internacionais. As discussões demoraram sete anos.
A área se estende do Amapá ao Rio Grande do Norte e excede as 200 milhas náuticas (370 quilômetros) da Zona Econômica Exclusiva, faixa de mar sobre a qual o país já possui direitos reconhecidos internacionalmente.
A decisão, publicada nesta quarta-feira (26/3), reconhece o direito do Brasil de explorar a Margem Equatorial, em uma área de cerca de 360 mil km² — equivalente ao território da Alemanha.
O Brasil buscava, desde 2017, estender seu território além das 200 milhas náuticas definidas pelas autoridades internacionais. Segundo a Marinha Brasileira, a análise da Margem Equatorial envolveu sete anos de diálogo entre especialistas brasileiros e os peritos da CLPC.
As discussões foram feitas a partir do Plano de Levantamento da Plataforma Continental Brasileira (LEPLAC), liderado pela Marinha do Brasil, e contaram com o apoio da Petrobras, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e de outras instituições.
“Para a Petrobras é motivo de imensa satisfação e honra ter pesquisadores que atuaram com as equipes da Marinha do Brasil nesse processo junto à ONU. Sabemos da importância para o Brasil da decisão de ampliação da área marítima. Além de fortalecer a soberania do país, permite o acesso aos recursos ali presentes. A parceria entre a Petrobras e a Marinha vem de longa data, e este é mais um resultado histórico desse trabalho conjunto”, afirma a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos.

ONU aprova pedido brasileiro de ampliação da Margem Equatorial -
Margem Equatorial atrairia US$ 56 bi em investimentos, diz estudo

O secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia, Pietro Mendes, apresentou um estudo que prevê a geração de US$ 56 bilhões em investimentos, uma arrecadação governamental de US$ 200 bilhões e mais de 300 mil empregos com a liberação da exploração na Margem Equatorial brasileira.
No documento, Mendes destaca que a licença do Ibama para que a Petrobras inicie atividades no local precisa sair até abril deste ano para que a perfuração seja concluída até outubro. O prazo é estratégico, uma vez que o contrato da sonda afretada da empresa Foresea, atualmente na Bacia de Campos e que será deslocada para o Amapá, expira no mesmo mês.
“A Margem Equatorial representa uma nova fronteira para a produção de petróleo e gás no Brasil, e é uma pauta prioritária para o Ministério de Minas e Energia, como sempre destaca o ministro Alexandre Silveira. Além de garantir nossa autossuficiência energética, a exploração da região deve injetar US$ 56 bilhões em investimentos na economia, além de US$ 200 bilhões em arrecadações estatais, permitindo que esses recursos sejam revertidos para educação, saúde e infraestrutura “, afirmou Mendes.
O mercado espera que, após o retorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva do Japão, uma reunião entre ele, ministros e o presidente do Ibama resolva o impasse.
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Inpasa já pode iniciar operação da unidade no Maranhão

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autorizou a operação da usina produtora de etanol da Inpasa em Balsas, no Maranhão. A autorização foi publicada no Diário Oficial da União na última terça-feira (18/3).
A unidade, primeira da Inpasa no Nordeste, terá capacidade de produzir 1.250 m³ de etanol hidratado e a 1.250 de etanol anidro por dia, utilizando cereais como matéria prima.
O investimento de R$ 2,5 bilhões foi anunciado em outubro de 2023,durante visita técnica de representantes do governo do estado do Maranhão à planta da Inpasa em Dourados, no Mato Grosso do Sul.
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, participou do lançamento de pedra fundamental da usina.
Em janeiro do ano passado, a Inpasa recebeu o alvará de funcionamento da Prefeitura do município.
Além do etanol, o empreendimento vai produzir derivados desses cereais, como óleo de milho, farinha, DDG (subproduto utilizado na ração animal) e energia elétrica.
A escolha de Balsas, no sul do Maranhão, levou em consideração a disponibilidade de matéria prima e biomassa, além da malha de escoamento da produção, conforme consta em memorial da Inpasa enviado à ANP.
A unidade no Maranhão é a quinta instalação da Inpasa no Brasil. Também há plantas de etanol da companhia paraguaia em Nova Mutum (MT), Dourados (MS) e Sidrolândia (MS).
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Bunker One centraliza no Brasil atividades da multinacional na América Latina

Após sete anos de operação no país, a Bunker One Brasil, subsidiária do grupo dinamarquês Bunker Holding, líder global no fornecimento e comercialização de combustíveis marítimos, passa a responder também pelas demandas em Montevidéu, no Uruguai, e em Cartagena das Índias e Buenaventura, na Colômbia.
O crescimento de 47% da operação brasileira nos últimos dois anos, com a oferta de novas formas de abastecimento às embarcações que passam pela costa do país, impulsionou a expansão na América Latina e credenciou os especialistas do escritório do Rio de Janeiro a absorver as operações nesses dois países vizinhos, onde a Bunker One já atuava de forma independente, com equipes locais. A absorção das operações no Uruguai e na Colômbia representará um incremento imediato de 30% nas atividades da Bunker One na região.
“Integrar as operações já existentes no Uruguai e na Colômbia ao nosso time é o reconhecimento do trabalho que estamos fazendo desde o início. O Brasil, o maior país da América Latina, oferece muitas oportunidades até então não tão bem exploradas pela nossa indústria”, explica Flavio Ribeiro, CEO da Bunker One Brasil e América Latina.
De acordo com a companhia, as atividades de abastecimento nos vizinhos latino-americanos será executada pela Nova Offshore, empresa brasileira de navegação que é subsidiária da Bunker One.
A Bunker One atua desde 2023 na região de fundeio do Porto do Itaqui, na Baía de São Marcos, no Maranhão.
Para Flavio Ribeiro, o Estado é estratégico para as exportações brasileiras:
“Grande parte das exportações nacionais de commodities minerais e agrícolas sai dos terminais portuários do complexo do Itaqui em direção aos principais mercados consumidores do mundo”, observa.
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Petrobras tem reunião com presidente da Guiana

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, teve uma reunião nesta quinta-feira (13/3) com o presidente da Guiana, Mohamed Irfaan Ali, em Houston, nos Estados Unidos, onde participam da Ceraweek, evento de energia promovido pela consultoria global S&P.
Chambriard e Irfaan Ali discutiram oportunidades de integração regional e de parcerias no país vizinho. Durante o encontro, o presidente da Guiana demonstrou o interesse do país vizinho na reconhecida expertise da Petrobras na operação em águas profundas.
Em sua fala no fórum na terça (11/3), durante a Ceraweek, o presidente da Guiana fez uma espécie de propaganda de seu país e convidou presidentes de grandes companhias, incluindo a Petrobras, a colocarem as oportunidades por lá no radar:
“Nossa história vai além do óleo e gás. O petróleo é responsável por grande parte do desenvolvimento do país, mas coloquem a Guiana nos seus radares. Temos mais blocos [de exploração de petróleo] para leilão “, afirmou, acrescentando que a Guiana está considerando a exportação de petróleo bruto para os Estados Unidos para refino e trazer de volta combustível para abastecimento doméstico e, possivelmente, para venda a países vizinhos.
A Guiana é um dos principais países com operações de exploração e produção de petróleo na Margem Equatorial. No ano passado, se tornou o quinto maior exportador de petróleo da América Latina, atrás apenas de Brasil, México, Venezuela e Colômbia.
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Ibama autoriza limpeza de sonda que será utilizada pela Petrobras na Margem Equatorial

A Diretoria de Licenciamento Ambiental (Dilic) do Instituto Brasilieiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) emitiu parecer autorizando a Petrobras a realizar a desincrustação de coral-sol da sonda ODN II NS-42. O navio foi destacado pela companhia para a perfuração de poço exploratório no bloco FZA-M-59, na bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre comemorou a decisão. Em nota, o senador afirmou que a autorização representa “um passo fundamental para que a companhia obtenha a licença ambiental necessária para avançar com a atividade exploratória de forma responsável e sustentável”.
Também ressaltou que a exploração de petróleo na margem equatorial vai gerar desenvolvimento econômico, levar investimentos e gerar empregos no Norte do país.
“Esse é um bom sinal para as lutas que continuamos a empreender, que é da autorização para exploração do poço no Amapá e na Margem Equatorial”, avalia o ex-diretor da ANP e presidente da Companhia Maranhense de Gás (Gasmar), Allan Kardec Duailibe.
João Correa, country manager da TGS no Brasil, empresa de pesquisa sísmica dona da maior biblioteca de dados sobre a região reforça a importância da aquisição de conhecimentos:
“A sísmica feita até agora pela TGS confirma a existência de grandes estruturas com tendência de acumulação de hidrocarbonetos, em dimensões semelhantes à Guiana. As estimativas apontam um potencial de 20 bilhões a 30 bilhões de barris de petróleo”, afirma. “Temos uma boa cobertura na Foz do Amazonas, dados que precisam ser testados com a perfuração de poços”, explica, acrescentando que, o que ancora o mercado de aquisição sísmica é a possibilidade de se vir a produzir petróleo.
“Com a liberação da licença para a Petrobras, a tendência é que outras petroleiras voltem a se interessar pela Margem Equatorial”, avalia.
Cynthia Silveira, diretora-geral da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), entidade que representa as federações dos estados do Rio de Janeiro (FIRJAN), São Paulo (FIESP) e Minas Gerais (FIEMG), Maranhão (FIEMA), Rio Grande do Norte (FIERN), Bahia (FIEB), Espírito Santo (FINDES), Associação Brasileira de Engenharia Industrial (ABEMI) a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (SINAVAL), reforça a importância da exploração:
“Com a confirmação das reservas e do potencial de produção as empresas podem se organizar para iniciar a fase de exploração. É importante também que os estados se preparem para receber a atividade petrolífera”, observa.
A perfuração ainda depende da obtenção da licença ambiental pelo Ibama. O pedido de licenciamento está sendo reanalisado pelo órgão.
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Petrobras começa o ano com 10 novos projetos ambientais na região Norte e Nordeste

A Petrobras começou o ano com novos 10 projetos ambientais apoiados por meio do Programa Petrobras Socioambiental. As iniciativas representam um investimento voluntário de cerca de R$ 47 milhões de reais a serem executados até 2028. Os projetos foram escolhidos em Seleção Pública. De acordo com a estatal, o processo de contratação incluiu avaliação de conformidade e análise técnica e orçamentária.
“A expansão da carteira de projetos socioambientais reforça nossa atuação em todos os biomas brasileiros, aliando conservação e recuperação ambiental à promoção de benefícios para as populações locais”, afirma o gerente de Projetos Ambientais, Gregório Araújo.
Região Norte
No Amazonas, dois projetos vão reforçar as iniciativas de conservação de florestas associada a geração de renda. O projeto Costa do Juçara: Biodiversidade Amazônica e Floresta em Pé traz a iniciativa de organizar o escoamento, beneficiamento e comercialização de produtos oriundos de sistemas agroflorestais (SAFs), fortalecendo a cadeia produtiva, desde o agricultor até o comerciante.
Outra novidade do Programa Petrobras Socioambiental é o Wepainung – Proteção e Sustentabilidade da Terra Indígena Andira-Marau, que vai implantar um sistema de manejo florestal não-madeireiro, trabalhando com frutas e sementes como forma de gerar emprego e renda, segurança alimentar para comunidades indígenas.
Já no Amapá, o projeto selecionado foi o Costamar, da linha de Oceano. O projeto estudará a variação de andadas reprodutivas do caranguejo-Uçá acima da linha do equador como forma de contribuir para a gestão pesqueira na costa do estado, com especial atenção aos pescadores artesanais e a defesa das áreas costeiras em políticas públicas na região.
Região Nordeste
O projeto FaunaMar vai reforçar as ações de conservação da biodiversidade marinha e costeira no Piauí e no Ceará, estados onde a Petrobras também conta com a parceria do Projeto Aves Migratórias há seis anos. O FaunaMar vai reforçar o time de 24 projetos na linha de Oceano que, patrocinados pela Petrobras, realizam pesquisas científicas, Educação ambiental, engajamento comunitário e geração de renda.
Também no Ceará e no Rio Grande do Norte, o projeto Florestas de Alimentos contará com 600 participantes diretos, capacitando comunidades rurais para o trabalho em gestão de agroecossistemas e consolidando a bioeconomia solidária como estratégia para diminuir o desmatamento, recuperar áreas degradadas, restaurar florestas, conservar mananciais hídricos e proteger a biodiversidade.No Maranhão, o projeto Na Rota do Tamanduaí tem a meta de aumentar a conservação e o uso sustentável de uma região que sofre o impacto do ecoturismo: o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses e a área de Proteção Ambiental Foz do rio Preguiças, em Barreirinhas. Os Xenarthras da região (tamanduás, preguiças e tatus) vão estrelar como espécie bandeira para reduzir a vulnerabilidade socioambiental na região.
O Tartarugas do Delta é outro projeto que já está em plena atividade no Maranhão e também no Piauí para proteger animais ameaçados de extinção ao mesmo tempo que gera desenvolvimento econômico com a participação de comunidades.
Em Sergipe, mais de 800 pessoas serão beneficiadas com as atividades do projeto Povos das Águas: produzindo vida e preservando o mar. A iniciativa vai atuar especialmente em áreas degradadas de mangue, promovendo reflorestamento e educação ambiental. A ideia é valorizar os conhecimentos tradicionais que envolvam a sociobiodiversidade local de espécies nativas e a pesca artesanal.
Bioma Cerrado
O projeto Onde a Onça Bebe Água: comunidades e bem viver foi o projeto escolhido na última Seleção Pública para atuar no bioma Cerrado e terá atividades no Distrito Federal, Goiás e Bahia. Inspirados na onça, o projeto já começou a construir e incentivar a formação de redes de monitoramento de grandes e médios mamíferos do cerrado. Ampliar o conhecimento da biodiversidade com foco na onça pintada e outras espécies ameaçadas é uma estratégia para também restaurar áreas para a manutenção de corredores ecológicos e fomentar a criação e reconhecimento de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN). Todo esse trabalho será realizado por agricultores familiares, proprietários rurais, comunidades tradicionais e contará também com a inclusão de mães e mulheres cuidadoras de crianças de até 6 anos.
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Governo planeja ato pró-petróleo em inauguração de base na Margem Equatorial

De acordo com a CNN, o governo Lula planeja fazer um ato pró-exploração de petróleo na margem equatorial, durante a inauguração de uma base de emergência em Oiapoque (AP), custeada pela Petrobras.
A base,que deve estar pronta até o fim de março, tem uma simbologia importante para os defensores da exploração de petróleo na margem equatorial, porque era uma das exigências do Ibama para conceder a licença.
Com a proximidade da data, o governo planeja inaugurar com a presença de autoridades que defendem a exploração, como o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o Ibama pela suposta demora em ceder a autorização para estudos na região.
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