“Conseguimos arrematar as áreas que eram nossas prioridades, oferecendo valores de bônus dentro das nossas premissas econômicas”, afirmou, nesta terça-feira (17/6), a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, após a realização do 5º Ciclo de Oferta Permanente de Concessão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Para a executiva, com o resultado do leilão e a continuidade das atividades exploratórias, inclusive na Margem Equatorial e na Bacia de Pelotas, a estatal segue otimista em relação às possibilidades de recomposição de reservas de petróleo.
“Estamos satisfeitos com o resultado do leilão”, comemorou.
A companhia adquiriu dez blocos na Bacia Foz do Amazonas e três blocos na Bacia de Pelotas.
Na Bacia Foz do Amazonas, a Petrobras adquiriu os blocos FZA-M-1040, FZA-M-1042, FZA-M-188, FZA-M-190, FZA-M-403, FZA-M-477, FZA-M-547, FZA-M-549, FZA-M-619 e FZA-M-621, em parceria com a ExxonMobil Exploração Brasil.
Nos cinco primeiros blocos o consórcio terá a Petrobras como operadora, com participação de 50%, em parceria com a ExxonMobil (50%). Nos outros cinco blocos, a ExxonMobil será operadora e a Petrobras terá participação de 50%.
Na Bacia de Pelotas, a Petrobras adquiriu os blocos P-M-1670, P-M-1672, P-M-1741 em parceria com a Petrogal Brasil S.A. O consórcio terá a Petrobras como operadora em todos os blocos, com participação de 70%, em parceria com a Petrogal Brasil (30%).
Para especialistas do setor, compromissos de investimento exploratório mínimo prometem desvendar novas reservas e atuarão como motor para a geração de empregos e desenvolvimento econômico em diversas regiões do país.




