A exploração na Margem equatorial não mancha a imagem do Brasil como liderança ambiental, afirmou, nesta terça-feira (2/7), o embaixador André Corrêa do Lago, secretário para o clima do Ministério das Relações Exteriores (MRE).
Corrêa do Lago participou de evento do T20, grupo de engajamento que reúne think tanks e institutos de pesquisas no âmbito do G20, na sede do BNDES, no Rio de Janeiro. A jornalistas, ele defendeu que o debate sobre a exploração na faixa que estende do Amapá ao Rio Grande do Norte deve ser estimulado no país.
Para Corrêa do Lago, a exploração na região não atrapalha a mensagem que o Brasil deseja transmitir na presidência rotativa do G20 e na COP30, conferência do clima que ocorrerá no próximo ano.
“O debate sobre a margem equatorial e sobre o petróleo é muito importante a gente estimular dentro do Brasil”, disse. “Eu acho que o presidente [Lula] está levantando esse tema porque ele exige um certo consenso nacional já que vai ser uma política de Estado, e não apenas desse governo”, afirmou.
Em discurso, o secretário também destacou a importância de considerar o potencial do petróleo para atrair investimentos ao debater a exploração na margem equatorial.




