Com destaque para o setor de agropecuária, o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) definiu o orçamento de R$ 38,7 bilhões previsto para este ano. O Fundo contempla diversos setores produtivos. A agropecuária ficou com R$ 16,9 bilhões, o que representa 44,9% do total. Outros 22,5% ficam destinados para a agricultura e 22,4% para a pecuária. As diretrizes, orçamento e prioridades de aplicação dos recursos do Fundo foram definidas pelo Conselho Deliberativo da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

No geral, o estado da Bahia foi contemplado com R$ 8,12 bilhões, vindo em seguida Ceará (R$ 4,70 bilhões), Pernambuco (R$ R$ 4,59 bilhões), Maranhão (R$ 4,06 bilhões), Piauí (R$ 3,74 bilhões), Rio Grande do Norte (R$ 2,71 bilhões), Paraíba (R$ 2,69 bilhões), Minas Gerais (R$ 2,46 bilhões), Alagoas (R$ 2,02 bilhões), Sergipe (R$ 1,98 bilhões) e Espírito Santo (R$ 707,9 milhões).

“Esses valores correspondem à programação financeira inicial do FNE para 2024 e podem ter um acréscimo ao longo do ano. Em 2023, o Fundo bateu recorde histórico com a aplicação de R$ 43 bilhões em financiamentos nos 11 estados da nossa área da Sudene”, destacou o diretor de Gestão de Fundos e Incentivos Fiscais da autarquia e ex-deputado federal pelo Ceará, Heitor Freire.

Distribuição dos recursos no Maranhão:

Agricultura: R$ 12,05 bilhão
Pecuária: R$ 1,23 bilhão
Comércio e serviços: R$ 1,01 bilhão
Infraestrutura: R$ 567,8 milhões
Indústria: R$ 137,4 milhões
Turismo: R$ 24,8 milhões
Pessoa física: R$ 17 milhões
Agroindústria: R$ 7,4 milhões

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