“Bioeconomia é um tema muito estratégico para que possamos promover desenvolvimento social, preservação ambiental e toda a atividade de indústria e economia do país”, afirmou o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), João Paulo Capobianco, durante encontro preparatório para a Iniciativa Global de Bioeconomia do G20, realizado em Brasília (DF) com o objetivo de debater o uso sustentável da biodiversidade para a bioeconomia.
De acordo com Capobianco, estima-se que o potencial de mercado da sociobiodiversidade da Amazônia seja de US$ 2,5 bilhões ao ano, podendo chegar a US$ 8,1 bilhões até 2050.
“O Brasil e o mundo precisam hoje, mais do que nunca, de instrumentos concretos de desenvolvimento sustentável. Acreditamos que a bioeconomia é uma dessas ferramentas”, afirmou a secretária-geral do ministério das Relações Exteriores (MRE), Maria Laura da Rocha.
As reuniões preparatórias realizadas pelo governo federal com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) embasarão os debates oficiais da Iniciativa Global de Bioeconomia, coordenada pelo MRE, que terá em março seu primeiro encontro virtual. Há reuniões presenciais previstas para maio, em Brasília (DF); junho, em Manaus (AM); e setembro, no Rio de Janeiro (RJ).




