“Não faz muito tempo o Brasil conquistou a autossuficiência na produção de petróleo. É essencial seguirmos na posição de exportadores de petróleo”, avaliou Júlio César Moreira, diretor executivo do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), durante evento que apresentou nota técnica sobre a potência da bacia de Barreirinhas, no Maranhão, realizado na sexta-feira, no Rio de Janeiro.
Nesse contexto, segundo Moreira, a exploração na Margem Equatorial é considerada estratégica.
“Temos reservas provadas de petróleo que garantem a segurança energética do país por 12 – 15 anos, apenas. Nesse contexto a Margem Equatorial e a bacia de Barreirinhas pode contribuir para a reposição das reservas brasileiras de petróleo”, observa.
De acordo com o executivo, o IBP vem trabalhando para mostrar a estados e governo federal a importância da exploração da Margem Equatorial como estratégica para manter as reservas nacionais de petróleo.
O executivo do IBP destacou ainda os benefícios sociais que a exploração da Margem Equatorial pode trazer para os estados da região Norte-Nordeste.
“Recursos da arrecadação de royalties e participações especiais podem ser endereçados pelos estados para avançar em questões sociais como educação, saúde e segurança. Isso é muito importante, ainda mais em uma região crítica que demanda atenção por conta das desigualdades”, concluiu.




