“A Margem Equatorial é a última grande fronteira de exploração do país”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, durante o seminário Caminhos para a transição energética justa no Brasil, na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro na manhã desta quarta-feira (11/10).
“A Petrobras precisa descobrir novas reservas para garantir seu futuro, visto que o petróleo continuará sendo importante”, observou, lembrando que o debate sobre a exploração na região do pré-sal, responsável hoje por 78% da produção da Petrobras, há 15 anos, era muito semelhante.
“Em todos os sentidos, da viabilidade econômica às questões ambientais”, recordou. “Imagine o Brasil de hoje sem o pré-sal? “, provocou Mercadante.
Petrobras espera perfurar o primeiro poço em águas profundas na Foz do Amazonas, na costa do Amapá, até o final de 2024
Durante o evento, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, disse que a companhia espera perfurar o primeiro poço em águas profundas na Foz do Amazonas, na costa do Amapá, até o final de 2024.
“Temos a expectativa de no primeiro semestre do ano que vem ou, no mais tardar, no final do ano, de ir ao Amapá. Talvez essa descoberta não possa ser confirmada só com um poço, talvez tenha que fazer mais de um. Essa confirmação nos colocará a responsabilidade de decidir, como Estado brasileiro, se queremos produzir lá ou não”, afirmou.




