A Margem Equatorial é uma oportunidade para o Brasil. A opinião é do presidente da Shell Brasil, Cristiano Pinto da Costa. De acordo com o executivo, para garantir a expansão no Brasil, a empresa avalia investimentos fora do Rio de Janeiro e São Paulo e das bacias de Santos e Campos, em novas fronteiras exploratórias. Nesse sentido, a Margem Equatorial é uma possibilidade.

A petroleira tem hoje oito blocos na região: seis estão na bacia de Barreirinhas, no Maranhão, e dois em Potiguar, no Rio Grande do Norte.

“O mundo precisará de petróleo. E se o governo brasileiro tomar a decisão estratégica de que para o país é importante abrir essa nova bacia, gerando receitas para uma área que carece de investimento e de emprego, a Shell vai estudar e eventualmente decidir se participa ou não”, afirmou, nesta terça-feira (5/12), em encontro com jornalistas.

O executivo disse acreditar no potencial da Margem Equatorial e defendeu a exploração na região.

É só observar o que está acontecendo no Suriname e na Guiana. E temos o maior ator de produção e exploração e produção, que é a Petrobras, colocando 16 poços nessa área, indicando que eles têm uma visão positiva. E só tem uma forma de descobrir. É furando poços exploratórios – reforçou o executivo.

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