A Margem Equatorial é, hoje, um hotspot da exploração de petróleo no mundo. A opinião é de Kristian Johansen, CEO da TGS.

Na semana passada, a empresas recebeu, do Ibama, licença para nova campanha de levantamento de sísmica 3D com foco na Bacia do Pará Maranhão, na Margem Equatorial Brasileira.

“A licença reflete a confiança e a credibilidade que adquirimos no Brasil ao longo dos anos que atuamos no Brasil, desenvolvendo projetos de excelência fundamentais para a exploração nas bacias de Campos e de Santos, e no pré-sal brasileiro”, afirma Kristian Johansen.

Para Johansen, o Brasil está entre os três principais mercados mundiais para a companhia, correspondendo, atualmente, junto com o Golfo do México, a 50% das receitas globais da empresa.

“Não há limites para o Brasil, em termos exploratórios. O país oferece um mix atrativo de projetos em novas fronteiras, como a Margem Equatorial, e bacias maduras, como Campos e Santos “, destaca.

A licença tem validade de três anos, podendo ser renovada. Com ela, a TGS passa agora a implementar os projetos ambientais condicionantes do licenciamento.

De acordo com João Correa, Country Manager da TGS no Brasil, a previsão de início dos projetos ambientais para a campanha na Bacia Pará Maranhão é janeiro e a sísmica em março.

Ele destaca que a empresa vai investir um volume significativo de recursos em projetos ambientais que antecedem as operações de aquisição de dados sísmicos.

“Esses projetos representarão um legado inestimável de conhecimento científico essencial para a preservação ambiental na Margem Equatorial. Além disso, esses dados vão reduzir o risco das petroleiras de não obtenção do licenciamento ambiental na fase subsequente, que é a perfuração”, reforça Correa.

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