A Subsea7 encerrou o primeiro trimestre de 2024 com a receita de US$ 1,4 bilhão, crescimento de 12% no comparativo ao mesmo período de 2023. De acordo com a empresa, os bons resultados nas unidades de negócios de Energias Renováveis (Seaway7) e Subsea and Conventional, e os projetos Sangomar, no Senegal, e Barossa, na Austrália foram os destaques do período.

No Brasil, os pontos altos foram os projetos Bacalhau e Mero 3.

“No primeiro, houve a instalação de risers rígidos e linhas de fluxo pela nossa embarcação Seven Vega, enquanto a Seven Pacific e a Seven Cruzeiro inseriram umbilicais e outras estruturas submarinas”, explica John Evans, CEO Global da Subsea7. “Em Mero 3, houve o início das primeiras atividades offshore com a introdução do sistema de amarração do FPSO”, acrescenta.

Para Evans, as perspectivas para 2024 e para os próximos anos são positivas:

“Temos vários projetos em andamento, tanto submarinos quanto eólicos offshore, em diversas partes do mundo”, destaca.

Para o ano de 2024, a Subsea7 espera uma receita entre US$ 6 bilhões e US$ 6,5 bilhões e um EBITDA ajustado entre US$ 950 milhões e US$ 1 bilhão.

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