A intensidade das emissões de gases de escopo 1 (emissões diretas que ocorrem como resultado das operações de uma empresa) e 2 (emissões provenientes da aquisição de energia elétrica ou térmica consumida por uma empresa) no upstream, caiu 12% desde 2017.

A informação é do relatório “Is upstream oil & gas delivering on decarbonisation?“, divulgado nesta quarta-feira (6/3) pela Wood Mackenzie.

De acordo com a análise da consultoria, a redução da queima de gás em tocha (flaring), a redução das emissões de metano, a eletrificação de plataformas de produção e a tecnologia de captura, utilização e armazenamento geológico de carbono (CCUS) vêm ajudando as petroleiras a reduzir a intensidade das emissões de gases na área que compreende as atividades de exploração e produção de petróleo.

O relatório indica, no entanto, a necessidade de intensificar esforços para que as emissões absolutas, que incluem, além das emissões de escopo 1 e 2, o escopo 3, emissões indiretas, que ocorrem em fontes não pertencentes ou controladas por uma empresa, mas que existem em consequência das suas atividades, não excedam patamares pré-pandêmicos, principalmente em regiões onde a produção de petróleo vem crescendo, o que pode ocorrer até 2028, segundo a consultoria.

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